15/11/07

Caoscavém, é mais fiel não é ?!...

Não é apenas por se plantar prédios onde não cabem;
Não é apenas por se fazerem aterros sobre as linhas de água;
Não é apenas por haver lixo por todo o lado;
Não é apenas por ocorrerem cheias evitáveis;
Não é apenas por o trânsito não circular;
Não é apenas por não haver espaços de estacionamento;
Não é apenas por o Presidente da Junta estacionar em cima do passeio;
Não é apenas porque o Quartel dos Bombeiros nunca mais está pronto;
Não é apenas porque empurraram o Sacavenense para o abismo;
Não é apenas por não haver um único programa cultural decente;
Não é apenas por as obras da Estado da Índia, levarem meses de atraso;
Não é apenas por se deixar degradar as zonas históricas da Cidade;
Não é apenas porque se plantam barracas num local que podia ser nobre;
Não é apenas porque o Clube Recreativo fechou;
Não é apenas porque a sinalização de trânsito envergonha;
Não é apenas porque se estão a desfazer rotundas há pouco construídas;
Não é apenas porque o Parque Tejo Trancão não nasce;
Não é apenas porque o Quartel se vai;
Não é apenas porque o Trancão não despolui;
Não é apenas porque a Biblioteca não aparece;
Não é apenas porque só há um jardim;
Não é apenas porque o Jardim se finou;
Não é apenas porque se pespegou um horrendo cabeçudo;
Não é apenas porque se amputam as zonas verdes;
Não é apenas porque não há ligação à segunda-circular;
Não é apenas porque a ponte é um obstáculo para a outra margem;
Não é apenas porque os estacionamentos estão ocupados por carros à venda;
Não é apenas porque dos onze vereadores da Câmara, três moram em Sacavém;
Não é apenas porque os Bombeiros têm de estacionar as ambulâncias no meio da rua;
Não é apenas porque o Museu da Cerâmica parou no tempo;
Não é apenas porque os passeios são um perigo para os peões;
Não é apenas porque à sede da Junta só chega quem anda ligeiro e sobe bem;
Não é apenas porque a Assembleia de Freguesia é uma indignidade permanente;
Não é por nada.
É apenas por tudo isto (e mais o que aqui ainda falta!).
Pronuncio-me a favor de mudar o nome a Sacavém.
Doravante deveria adoptar-se o topónimo CAOSCAVÉM.
É mais fiel, não é ?!...

15/10/07

Será uma espécie de incontinência ?...

Que se passará na Câmara de Loures ?

O actual presidente e vereação, chegaram ao poder e de imediato meteram em marcha a substituição de competentes técnicos e chefias, por rapaziada com cartão, supostamente, da sua confiança pessoal ou política.

Pouco lhes interessou se as pessoas eram capazes ou competentes, se eram dedicadas ou empenhadas, se nutriam simpatia pelo PS ou não. Estavam a trabalhar com as anteriores administrações ? Então, rua daqui!

E foi assim, que a Câmara de Loures caiu na desorganização, na incapacidade, no mimetismo, na inépcia em que se encontra.

Mas o curioso é que passados apenas alguns anos desta inenarrável gestão, se pode verificar a fuga contínua dos "recrutamentos" para chefias feitos pelo PS. Ou seja, mesmo aqueles que chegaram por amiguismo, cartonismo ou encostadismo, estão a pôr-se a milhas. Vejamos apenas alguns exemplos para corroborar o que se afirma:

Dra. Elisabete Brito - Directora de Departamento Sócio-Cultural;
Arqª Ana Simões - Chefe de Divisão de Educação e Juventude;
Arqº Jorge Catarino - Director de Departamento de Urbanismo;
Arqº Paulo Pais - Director do Departamento do Plano Director Municipal;
Arqº Miranda Correia - Chefe de Divisão de Habitação;
Dr. João Monteiro - Chefe de Divisão de Desporto;
e dizem-me que mesmo a mais recente aquisição dirigente, já está em debandada: a Mestra Ana Paula Assunção.

Será apenas uma espécie de incontinência ?

01/10/07

Fatalidade ?

foto MÁRIO CRUZ/LUSA, obtida em Portugal Diário

Não me parece que seja uma mera fatalidade. Há mais de 10 anos que não havia cheias em Sacavém com esta gravidade e consequências.

E essa ausência de incidentes de cheias com significado, é o resultado directo das obras que as anteriores gestões da Câmara e dos SMAS ali realizaram, mas também da manutenção e limpeza que eram asseguradas.

É certo que dada a configuração da Praça da República que a conjugação da maré cheia com uma forte bátega de água, podem a todo o tempo ocorrer situações de inundação daquele largo, mas o que é absolutamente certo é que desta feita concorreu um terceiro factor importantíssimo e decisivo: o imenso aterro que está no cimo da Rua Salvador Allende, sobre a Ribeira do Prior Velho.

Ouvidas as declarações do Sr. Presidente da Câmara, numa coisa (a única de resto) se lhe pode dar razão: “a natureza procura sempre o seu espaço”. Ora aí estão, palavras sábias no meio do habitual vendaval de “a culpa é de todos menos minha”.

Então se a natureza procura sempre o seu espaço, porque autorizou a Câmara Municipal que o Sr. Presidente dirige, a invasão do espaço da natureza com aquele imenso e despropositado aterro? É fácil perceber que se quis facilitar a vida ao urbanizador que está a fazer os prédios em frente (faz-se tudo para facilitar a vida aos urbanizadores. Porquê?), permitindo-lhe que, com muito menos custos e trabalho desse destino a todas aquelas terras que retirou do outro lado, para fazer as fundações do seu empreendimento. Mas as consequências dessa leviandade aí estão! Sem apelo, nem agravo.

Estive lá e vi. As terras que encheram de lamas a Praça da República que atulharam as condutas até ao rebentamento, que fizeram jorrar as sarjetas, eram de um amarelo fresco e luminoso, como as do aterro da Rua Salvador Allende. Só podiam ter aquela origem.

Não encontrei ali, os lodos negros e mal cheirosos que habitualmente conspurcavam e atolavam tudo. Esses sim, vinham do Rio, esses sim consequência da maré cheia. Portanto, desta vez, não venham dizer-nos que é a fúria arbitrária dos elementos. Desta vez é a natureza a reconquistar o seu espaço e a Câmara de Loures estava avisadíssima para a possibilidade de ocorrências desta natureza.

É muito difícil perceber como se vai gastar uma fortuna num parque de estacionamento no sub-solo na Avenida Estado da Índia, como se vai gastar uma fortuna a criar 4-faixas de rodagem-4 e outras pipinoquices naquela artéria, quando se deixam essas vias estranguladas nos extremos e a Praça da República no desastre e no caos em que está. Não se conseguem perceber estas opções e estas orientações.

Portanto, não me venham cá com fatalidades. O que aconteceu e infelizmente há-de voltar a acontecer - e oxalá que nunca seja pior -, é consequência da acção humana, é resultado das decisões da Câmara Municipal, é o corolário de uma desastrosa (e até perigosa, pode começar a dizer-se) política de gestão do território.

Qual fatalidade ? Nem mesmo o facto de não ter conseguido encontrar nenhum dos vereadores da Câmara, residentes em Sacavém, no local do problema é uma fatalidade. É apenas consequência de escolhas e opções… humanas. A divindade nada tem que ver com isto!

Fatalidade ?

23/09/07

Camiões repolhudos ?...

Poderosa e abençoada várzea esta. Desde que me conheço que oiço dizer que a várzea de Loures é de uma riqueza e capacidade agrícola incomparáveis. Durante décadas foi a mais importante fonte de abastecimento de hortícolas dos mercados de Lisboa e arredores.

Chegados a Loures os tempos da massificação cimentífica eis que a várzea vai mostrando igualmente toda a sua capacidade, não já de produzir couves, cenouras, rabanetes e aparentados, mas de acolher e fazer brotar aterros ilegais, anulação de linhas de água (até às próximas cheias, cuidado! Depois queixem-se!...), urbanizações brutais e outras excrescências destes anos de cimento.

Extraordinária é agora a visão , a partir da Casa do Adro ou da Igreja Matriz de Loures, deste novo produto da terra fértil da várzea: um parque de camiões.

Não se sabe se isto é resultado da aposta municipal no desenvolvimento da logística selvagem, uma espécie muito em voga em países e regiões atrasadas que têm a ilusão que assim chegam e mais depressa a um dito "desenvolvimento". Coisa que ninguém viu, nem sabe o que é.

Mas a maior dúvida vem mesmo das ciências agronómicas: irá a Várzea de Loures passar a gerar camiões repolhudos ?

16/09/07

Medieval. E porque não ?

Todos sabemos que os portugueses, com frequência, oscilam de humor: entre o profundamente deprimido e o esfusiantemente sarcástico. Neste momento, os idiotas (i.é. pessoas que têm ideias) que projectaram uma Feira Medieval em Sacavém estão a ser alvo de um arrasador anedotário. A Câmara de Loures a cobrir-se de ridículo e o Presidente da Junta a encharcar a Cidade de "editais" à boa maneira medieval.

Será justo? Eles têm-se esforçado. Têm tentado de tudo para dinamizar o Turismo em Sacavém. Desde o "Fiasco Juvenil":



A uma panóplia de artistas de gabarito:

"O grupo musical Fernando Alves Trio abriu o programa animando o público presente. Muitos foram os que saltaram da cadeira para darem o seu pezinho de dança.
Já a noite ia longa, quando subiu ao palco uma artista bem conhecida do público, Ágata, que cantou alguns dos temas mais famosos contando com o acompanhamento de pequenos e graúdos. (...) Fernando Marcos, (...) Carlos Teixeira, (...), Pedro Farmhouse, (...) António Pereira." (in Boletim Municipal nº 25)

Tudo tem sido estratégicamente estudado para dar elevada expressão turística a Sacavém, Moscavide, Bobadela e Prior-Velho, terras com elevado potencial para o efeito.
Porque não tentar agora a Feira Medieval ? Julgo que está fadada ao sucesso. Veja-se bem se Sacavém não encontrou finalmente uma vocação (de Cidade medieval) desde que está a ser gerida por quem está:

1. Só crescem muralhas. Nada mais evoluí. Característica estrutural da Idade Média;

2. Cercada de paredões, ameias, panos de muralha e linhas de água, tem ou não as características próprias das cidades (castelos) medievais?

3. A Cidade está suja, feia e mal-cheirosa. São ou não sintomas clássicos das urbes medievais?

Concordo que não pode deixar-se de sorrir com o espanto daqueles que perguntam: então vieram fazer a 1ª feira medieval em 2007 ?!... Foi atraso dos comboios ou quê?

Mas bem sabemos que promover o turismo é uma arte. E as artes profundas precisam de tempo para desabrochar. Provavelmente, ninguém tinha percebido que fazer Sacavém andar para trás décadas em tão pouco tempo era uma estratégia assumida para lhe dar um cunho medieval que só os turistas e os seus sensíveis narizes são capazes de reconhecer. Ora, estes políticos estão a fazer arte. Turística, mas também, histórica e sociológica.

Sacavém, é hoje um verdadeiro atelier de artistas que desfazem, achincalham e espezinham a história, as tradições, as vivências e até os edifícios notáveis. Ao mesmo tempo e à boa maneira americana, tentam construir uma nova história, dar novas referências e dessocializar a comunidade das suas principais referências. E para que conste, estão a ter sucesso!

Porque não fazem a Feira Medieval na Rua dos Mastros ? Era, o mais adequado. Mas quem é que sabe onde é a Rua dos Mastros em Sacavém ?

E porque não uma Feira Medieval ? Note-se que é uma iniciativa praticamente inovadora. Assim, por alto, só se conhecem as poucas Feiras Medievais de:

Alfândega da Fé
Aljubarrota (Alcobaça)
Alvalade (Santiago do Cacém)
Arcos de Valdevez
Belmonte
Belver
Bragança
Caminha
Canas de Senhorim
Castelo da Foz (Porto)
Castro Marim
Cinfães
Coimbra
Guarda
Lamego
Lindoso
Macedo de Cavaleiros
Montalegre
Montemor-o-Novo
Óbidos
Palhaça (Oliveira do Bairro)
Penamacor
Penedono
Penela
Porto de Mós
Sabrosa
Santa Maria da Feira
Seixal
Silves
Trancoso
Virtudes (Azambuja)
Como se vê, tudo locais com castelos e urbes de inferior qualidade turística em relação a Sacavém. Reafirmo, esta Feira Medieval está fadada para o sucesso turístico.

Pelo que se percebe, os hotéis de Lisboa e arredores, estão já concentrados no aluguer de viaturas - e diz-se mesmo que de comboios especiais, mas disto não há ainda certeza - para transportar todos os seus hóspedes para a Feira Medieval de Sacavém.

Os hóspedes mais entusiamados com a iniciativa, dizem-nos, são os do Hotel de Sacavém. Pois, esse, o que já foi anunciado 73 vezes no Boletim Municipal!

Ora, com tantos atractivos turísticos, tantos hotéis, uma Cidade lindíssima e limpíssima, um rio transparente e um castelo altaneiro, pergunta-se:

Para quê o sarcasmo e as piadolas?

Porque não, uma Feira Medieval ?

09/09/07

Temos de engolir a hóstia ?

Mário Soares, incontornável referência do PS, acaba de ser nomeado pelo Governo PS, Presidente da Comissão de Liberdade Religiosa. Ironicamente, ao mesmo tempo, a Câmara Municipal de Loures, sob gestão do PS e/ou a Valorsul tutelada pelo Governo PS, desrespeitaram ostensivamente a Lei da Liberdade Religiosa.

Na inauguração do Ecoparque de São João da Talha - equipamento "oferecido" pela Valorsul à Freguesia de São João da Talha em compensação pela construção da Central Incineradora nesta zona - no passado sábado, dia 8, a Igreja Católica Apostólica Romana teve o privilégio de um seu representante não apenas discursar em primeiro lugar, como de proceder à "bênção" do novo parque, segundo os rituais daquela confissão.

E tudo isto, muito formal, muito oficial e de certeza, a convite da Câmara de Loures ou da Valorsul ou de ambas as entidades.

O certo é que com esta atitude, tratando-se de um equipamento público, de uma cerimónia pública, pagos pelos dinheiros públicos configura grave infracção da Lei n.º 16/2001, de 22 de Junho (Lei da Liberdade Religiosa), cujo Artigo 4.º, Princípio da não confessionalidade do Estado, determina que:

"1 - O Estado não adopta qualquer religião nem se pronuncia sobre questões religiosas.
2 - Nos actos oficiais e no protocolo de Estado será respeitado o princípio da não confessionalidade.
3 - O Estado não pode programar a educação e a cultura segundo quaisquer directrizes religiosas."
4 - O ensino público não será confessional.
"

Foi violado o princípio de nos actos oficiais e no protocolo de Estado será respeitado o princípio da não confessionalidade. Os cidadãos têm o direito de não ser confrontados e "obrigados" a conviver e participar em cerimónias inesperadas de confissões que não professam?

A Câmara de Loures e/ou a Valorsul violaram a lei ? Alguém vai assumir responsabilidades ? O Dr. Mário Soares vai pronunciar-se ? Ou independentemente da nossa vontade – cada vez que participarmos num acto oficial da Câmara de Loures - teremos de engolir uma hóstia, mesmo sem ter tomado o pequeno almoço ?

27/08/07

Pedintes para sempre ?

O Museu Nacional dos Coches, está a organizar uma excelente iniciativa, cujo cartaz aqui se apresenta e à qual tiro o chapéu.

A iniciativa consiste na realização no último domingo de cada mês de um "café-concerto" de magnífica música, de reputados compositores, interpretada músicos de elevada craveira. E a cereja em cima do bolo: é gratuito!

No quase improvável cenário (porque os coches se mantêm lá e porque o calor quase nos coze) para ouvir música, registei ontem uma assinalável enchente. Presumo, que nos outros dias terá sido semelhante e os próximos terá talvez ainda maior procura.

Garanto que nunca em Lisboa tinha visto uma fila para entrar num Museu. Com este sucesso, penso que a Directora do Museu terá a cabeça a prémio. Com este Governo e esta Ministra da Cultura, ter estas ideias mirabolantes e atrair tanta gente a um Museu não é nada recomendável. Ás tantas, ainda o povo acha graça à cultura e se interessa e depois que se iria fazer a tanto telelixo e a tanto centro comercial ?!...

Um senão, não sei se da responsabilidade de um funcionário diligente, da directora do museu ou orientação do Ministério: a existência de um cartaz, profusamente colado nas vidraças à entrada do Museu, que diz mais ou menos isto: "o espéctaculo é gratuito, mas como somos pobrezinhos, sugerimos que nos dê uma contribuição de € 1,00".

Juro que não queria acreditar e até pensei que fosse uma brincadeira, mas não é. No balcão, lá está a "jarra" a aceitar as "esmolas", como se de um templo católico apostólico romano (os únicos onde vi caixas para as "esmolas") se tratasse.

Será que quando se trata de cultura, seremos pedintes para sempre ?

16/08/07

Outra via para o socialismo ?

Desconfio agora que Sócrates tem sido injustamente acusado de muita coisa. As últimas notícias vindas a público da área económica, creio que ajudam a perceber melhor que é injusto dizer que o homem não tem ideologia, que não é socialista.

Deng Xiao Ping já havia descoberto o "socialismo de mercado", Sócrates ameaça ficar famoso pelo seu "socialismo em lotes". O mundo está já de olhos postos nesta experiência única e nos seus primeiros resultados: 100 portugueses valem já 34 mil milhões de euros e acumulam 22,1% do Produto Interno Bruto.

Ao contrário de Cavaco que quis (????) implantar o capitalismo popular nos anos 80 (iamos ser todos ricos ao mesmo tempo, prometia ele), Sócrates com um pragmatismo único e uma flexibilidade ideológica ímpar, propõe-se levar os portugueses ao socialismo em lotes de 100 e tem já resultados concretos: O primeiro lote de 100 portugueses já passaram para a sociedade socialista, uma sociedade de abundância, de saúde, de educação, de cultura, de satisfação e bem-estar.

Não sabemos como foram escolhidos estes para esta arca de noé, mas isso são minudências!...

O certo, é que o homem não transigiu no caminho para o socialismo. A ideologia está nele bem presente e o socialismo é a sua menina dos olhos. Quão injustos estavamos nós a ser!

Afinal havia outra ? ... via para o Socialismo ?
Espero estar incluido no lote do próximo ano...

07/08/07

MInistro do Petróleo, hein ?!...

A comunicação social dá-nos conta da composição do novo governo anti-constitucional de Timor e, logo à cabeça: Primeiro-ministro, ministro da Defesa e Segurança e ministro dos Recursos Naturais: Xanana Gusmão.

Não é de estranhar o entusiasmo do homem com o seu protector australiano. Não se registou som, mas há quem diga que proclamava com a sua voz arrastada de falsete: ccccccooooooonnnnnssssseeeeggguimos!!!!

Pois não é caso para menos, tanta satisfação. A controlar o Governo, assegurando para si a "segurança" pois então e - a cereja em cima do bolo - o petróleo, perdão "recursos naturais".

O homem que até queria ir para casa, que não queria trair mais. Enfim... heróis de palavra!

Ministro do Petróleo, hein?!...